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nostalgia

“Nós teus olhos nasceram horizontes
E aves verdes vieram desvairadas,
Beber neles julgando que serem fontes”
“saudade e como fome, só passa quando
Se come a presença.
Mas ás vezes. A saudade e tão profunda,
Que a presença e pouco
Queres-se obsorver a outra a outra pessoa toda.
Essa vontade de um ser o outro, para uma
Unificação inteira, È um dos sentimentos
Mais urgentes que se tem na vida”.

“Quando o amor se torna vasto,
“Ele não tem mais palavras”…
“Se me prendesse todo, meu amor

Se tudo nesse abraço se apagasse
E nada na memória nos ficasse
Que tivesse para nós real valor.”

E se esse abraço de almas se igualasse
E tão longe no sonho nos levasse
Que ficasse dos sonhos – AMOR.

Unidas nossas almas de condor,
Enchendo todo o espaço em derredor,
Subindo a procura a amplidão.

Tão leve e serena como fumo,
A desvendar do amor um novo rumo
Sem frêmitos, sem beijos, sem paixão

Silêncio, Nostalgia… Silêncio, nostalgia…

Hora morta, desfolhada,
sem dor, sem alegria,
pelo tempo abandonada.

Luz de Outono, fria, fria…
Hora inútil e sombria
de abandono.
Não sei se é tédio, sono,
silêncio ou nostalgia.

Interminável dia
de indizíveis cansaços,
de funda melancolia.
Sem rumo para os meus passos,
para que servem meus braços,
nesta hora fria, fria?

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