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poema-04

Acende um brilho

de fogo,com um poema

a flutuar uma dobrada

de risos,nas vozes aquecidas

a se espargir no ar.

É festa cigana se canta

se dança,ou é um poema

de delírio,onde não coagula

o brilho.

É um poema fantasma

sem rumo sem asas,

sem eternas palavras.

É um poema do mundo

onde se brinca,se rima

vagabundo.

São poemas vulgares

sem hastes sem lares,

poema risco onde rabisco

palavras sem capricho.

Um poema de amor

sangrando nas veias

da dor,poemas bonitos

que no riso da graça

me fito,espelho dos teus olhos.

É um poema camarada

vasculhando os perigos

da estrada,é um poema

de fogo que vi nascer

no amor por você,são poemas

diversos que rasga meu

peito e clamam universos.

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1 comentário sobre “poema-04

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